Argentina

Argentina, uma vez uma potência poderosa no começo do século passado, terminou o século em condições menos favoráveis. Apesar da hiperinflação dos anos 80 ter ficado sob controle com o cambio de um peso equivalente à um dólar, os custos dessa operação foram muito altos. O programa ambicioso das privatizações, que o presidente daquele tempo Carlos Menem iniciou, confrontou o país com vários escândalos de corrupção. A receita não foi usada para os investimentos necessários em infra-estrutura, economia e na previdência social. Em 1997 o país entrou em recessão. Devido a enorme dívida externa e acordos rigorosos com o FMI o governo argentino não tinha os recursos necessários para estimular a economia. Depois da desvalorização e da crise econômica de 2002 vários setores estão crescendo de novo. Felizmente há motivos de esperança.

A Argentina continua sendo um país de potencial, com um grande estoque de matérias-primas. Os prados extensos e o clima adequado provocam uma produção alta na pecuária e agricultura. Por causa da desvalorização da moeda, as exportações para o país vizinho Brasil, os Estados Unidos da América e para Europa continuam em alta. As privatizações iniciaram um processo de modernização em setores, como: construção, infra-estrutura, ICT e telecomunicações. Esse processo oferece oportunidades para empresas estrangeiras com uma visão de longo prazo, interessadas na Argentina. Manter estabilidade política e crescimento econômico continuam sendo os maiores objetivos para os próximo período. Talvez o governo atual, da Cristina Fernández de Kirchner que sucedeu seu marido em 2007, pode contribuir e acelerar esse processo.

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